Nesta sexta-feira (10), o dólar caiu 0,31% e fechou cotado a R$ 5,1078, o menor valor de fechamento desde 16 de junho. Na semana, a moeda acumulou queda de 1,18% e, no ano, recuo de 6,94% frente ao real.
A baixa acompanhou o movimento do mercado internacional, onde o dólar perdeu força diante de outras moedas emergentes, mesmo com as incertezas envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, o real seguiu essa tendência e se valorizou frente à moeda norte-americana.
Também influenciou o mercado a divulgação do IPCA de junho, que subiu apenas 0,16%, abaixo das expectativas. O resultado reforçou a percepção de que o Banco Central pode voltar a reduzir a taxa Selic em agosto, enquanto investidores continuam atentos à política monetária dos EUA e às tensões no Oriente Médio.
Relembrando a última sessão, o dólar encerrou a quinta-feira (9) em queda de 0,48%, cotado a R$ 5,1238. Na quarta-feira (8) praticamente estável, com leve queda de 0,11%, cotado a R$ 5,1484. Na terça-feira (7) em alta de 0,42%, cotado a R$ 5,1539. Na segunda-feira (6) em queda de 0,71%, a R$ 5,13, menor valor de fechamento desde 17 de junho. Na sexta-feira (3) em queda de 0,76%, cotado a R$ 5,1688. Na quinta-feira (2) com leve queda de 0,04%, cotado a R$ 5,2082. Na quarta-feira (01) em alta de 0,92%, cotado a R$5,2102, voltando a superar os R$5,20. Na terça-feira (30), fechou em queda de 0,19%, cotado a R$ 5,1626.
A divisa americana fechou os últimos 12 meses (52 semanas) em -7,6445% e com variação de cotação entre R$5,164 mínimo e R$6,0966 na máxima. No primeiro pregão do ano de 2025, dia 2 de janeiro, o dólar foi cotado a R$6,1798.
O que aconteceu em junho
Na quarta-feira (3), subiu 1,12% e fechou cotado a R$ 5,0661, impulsionado pelo aumento das tensões no Oriente Médio após novos ataques envolvendo Estados Unidos e Irã. Na sexta-feira (5), avançou 1,76%, encerrando a R$ 5,1555 e voltando a fechar acima de R$ 5,15. Na quinta-feira (11), caiu 1,40%, para R$ 5,1000, e na sexta-feira (12), recuou mais 0,76%, fechando a R$ 5,0610. Na quinta-feira (18), voltou a subir com força, avançando 1,25%, para R$ 5,1745, no quarto ganho consecutivo frente ao real. Já na quarta-feira (24), teve alta de 0,28%, encerrando a R$ 5,2006, o maior valor de fechamento desde o fim de março. No acumulado de junho, a moeda norte-americana registrou alta de 2,32%.
O que já aconteceu em maio
Maio iniciou influenciado principalmente pelo cenário político brasileiro e pelas tensões entre Estados Unidos e Irã. Na terça-feira (5) em queda de 1,12%, a R$ 4,9123. Na sexta-feira (8), queda de 0,55%, a R$ 4,8961. Na segunda-feira (11) queda de 0,10%, cotado a R$ 4,8911 — o menor valor desde janeiro de 2024. Após algumas altas, na quinta-feira (14) fechou em queda de 0,37%, cotado a R$ 4,9872, voltando a ficar abaixo da marca de R$ 5,00. Na sexta-feira (15) em alta de 1,59%, cotado a R$ 5,0664, voltando a superar a marca de R$ 5,05.Na segunda-feira (18) em queda de 1,34%, cotado a R$ 4,9987, voltando a ficar abaixo da marca de R$ 5,00. Na terça-feira (19) em alta de 0,86%, cotado a R$ 5,0416.
O que já aconteceu em maio
Maio iniciou influenciado principalmente pelo cenário político brasileiro e pelas tensões entre Estados Unidos e Irã. Na terça-feira (5) em queda de 1,12%, a R$ 4,9123. Na sexta-feira (8), queda de 0,55%, a R$ 4,8961. Na segunda-feira (11) queda de 0,10%, cotado a R$ 4,8911 — o menor valor desde janeiro de 2024. Após algumas altas, na quinta-feira (14) fechou em queda de 0,37%, cotado a R$ 4,9872, voltando a ficar abaixo da marca de R$ 5,00.
O que aconteceu em abril
Os primeiros dias do mês tem sido marcado por reviravoltas envolvendo os conflitos no Oriente Médio e a volta do dólar ao patamar dos R$4. Na quinta-feira (9) em queda e cotado a R$ 5,0626. Na quarta-feira (8) em queda de 1,00%, cotado a R$ 5,1035. Na sexta-feira (10) em queda de 1,03%, a R$ 5,0104. Na segunda-feira (13), o dólar fechou em queda de 0,25%, cotado a R$ 4,9980, voltando a ficar abaixo dos R$ 5,00 pela primeira vez em dois anos. Na sexta (17 ), caiu 0,63% e atingiu R$ 4,9689, menor valor do período. Na quarta-feira (29) em alta no Brasil, voltando ao patamar de R$ 5,00, cotado a R$ 5,0021, com avanço de 0,39%. Na quinta-feira (30) em queda de 1,00%, cotado a R$ 4,95.
O que aconteceu em março
O início de março foi marcado pela volatilidade do dólar, influenciada principalmente pela escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã. No dia 3, a moeda subiu 1,91% (R$ 5,2639), caiu 0,86% no dia 4 (R$ 5,2184) e voltou a subir 1,33% no dia 5 (R$ 5,2879). No dia 6, recuou 0,88% (R$ 5,2414). Na semana seguinte, o dólar caiu 1,45% no dia 9 (R$ 5,1655), pressionado por vendas de exportadores, mas voltou a subir 1,69% no dia 12 (R$ 5,2464) e 1,34% no dia 13 (R$ 5,3166), novamente influenciado pelas tensões no Oriente Médio. Já na terceira semana, a moeda caiu 1,62% no dia 16 (R$ 5,2303), acompanhando o enfraquecimento global do dólar, mas voltou a subir com força no dia 20, avançando 1,84% e fechando a R$ 5,3125.
O que aconteceu em fevereiro
Na terça-feira (10), R$ 5,1976, com alta de 0,17%. Na segunda-feira (9), a R$ 5,1886, com queda de 0,59%. Na quarta-feira (11), fechou a R$ 5,1872, com queda de 0,20%, atingindo o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024. Na quinta-feira (12) cotado a R$ 5,1993, com alta de 0,23%, encerrando o dia pouco abaixo dos R$ 5,20. Antes da pausa do carnaval, o dólar fechou na sexta-feira (13) cotado a R$ 5,2306, com alta de 0,60%. Na sexta-feira (20) em queda de 0,99% e a R$ 5,1766. Na quarta-feira (25) em queda de 0,60%, cotado a R$ 5,1247 — o menor valor de fechamento desde maio de 2024.
O que aconteceu em janeiro
Na sexta-feira (2), primeiro pregão do ano, o dólar caiu 1,19% e fechou a R$ 5,4238. No dia 14, subiu 0,47%, a R$ 5,4012, voltando a superar R$ 5,40. Já na quarta (21), caiu 1,10% após declarações de Donald Trump descartando ações militares na Groenlândia e novas tarifas à Europa. Na quinta-feira (22), o dólar recuou 0,71% e fechou a R$ 5,2833, menor valor desde 11 de novembro e primeira vez em 2026 abaixo de R$ 5,30. Na sexta (23), ficou praticamente estável, com leve alta de 0,08%, a R$ 5,2876, acumulando queda semanal de 1,59%. Na terça-feira (27), a moeda caiu 1,38%, para R$ 5,2074. Na quinta (29), recuou mais 0,27%, a R$ 5,1941, menor fechamento desde maio de 2024. Já na sexta (30), subiu 1,04% e encerrou a R$ 5,2481, apesar de acumular queda de 4,39% em janeiro.
O que aconteceu em dezembro
O início de dezembro foi marcado por forte volatilidade no câmbio após a confirmação da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência em 2026. No dia 5, o dólar disparou 2,34% e fechou a R$ 5,4346, seguido de leve queda no dia 8, para R$ 5,4220. A moeda voltou a subir nos dias seguintes, alcançando R$ 5,4411 em 9 de dezembro, após a reafirmação da candidatura como “irreversível”, e passou por novas oscilações ao longo do mês. Entre os destaques, o dólar superou novamente R$ 5,50 nos dias 17 e 19, acumulando alta semanal de 2,18%. Já nos dias 22 e 23, houve nova alta para R$ 5,5844 e, em seguida, queda de 0,95%, para R$ 5,5313, interrompendo uma sequência de sete altas consecutivas. No ultimo pregão do ano, a moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,4890, uma queda de 1,58%.
O Dólar em 2025
Em 2025, o dólar acumulou queda de 11,17% frente ao real, no maior recuo anual desde 2016, após começar o ano acima de R$ 6,00 e encerrar próximo de R$ 5,49, em um cenário de forte volatilidade. A desvalorização refletiu o enfraquecimento global da moeda americana, cortes de juros pelo Fed e o elevado diferencial de juros no Brasil, que favoreceu a entrada de capital estrangeiro.
Veja destaques de cada mês:
FAQ – Perguntas Frequentes
Qual é a cotação hoje de USD/BRL?
A taxa de câmbio agora é 1 USD = R$ 5,2639 BRL.
Se o dólar caiu no exterior, por que subiu no Brasil?
Mesmo com o dólar caindo globalmente devido à expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve, fatores internos — especialmente políticos — tiveram mais peso. A incerteza local foi suficiente para provocar a alta isolada da moeda no Brasil.
O dólar está mais alto ou mais baixo do que no início do ano?
Apesar da forte alta recente, o dólar acumula queda superior a 12% em 2025, considerando o desempenho dos últimos 12 meses. Ele chegou a ser cotado acima de R$ 6,17 no primeiro pregão do ano, mas vem recuando ao longo dos meses.
Por que é importante acompanhar diariamente a cotação do dólar?
O dólar é influenciado por diversos fatores — política, economia, juros, crises internacionais, guerra tarifária, decisões judiciais e dados do mercado de trabalho. Movimentos abruptos revelam mudanças na percepção de risco e podem afetar investimentos, viagens, importações e até preços internos.





