Dolar Update 1 1 e1702686469685O dólar encerrou a quarta-feira (12) cotado a precisos R$5,4036 na venda; A expressiva alta de 0,82% é a quarta seguida e ocasiona no  maior valor de fechamento desde 4 de janeiro de 2023. Em junho, a moeda acumula elevação de 2,91%.

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O dólar se fortaleceu nesta quarta (12) após a decisão do Federal Reserve de realizar apenas um corte de juros nos EUA em 2024. O Departamento do Trabalho dos EUA informou que o índice de preços ao consumidor (CPI) permaneceu inalterado em maio, após subir 0,3% em abril. Nos 12 meses até maio, o CPI avançou 3,3%, abaixo da expectativa de 3,4% dos economistas

Já no Brasil, a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de devolver ao presidente Lula trechos da Medida Provisória do PIS-Cofins, considerada uma derrota para o governo, aumentou o desconforto no mercado. Além disso, declarações do presidente Lula sobre a redução do déficit fiscal através do aumento da arrecadação, e não por cortes de despesas, foram mal recebidas pelo mercado.

O dólar fechou os últimos 12 meses (52 semanas) com saldo positivo de 10,39% em relação ao real brasileiro e com variação de cotação entre R$4,695 mínimo e R$5,4297 na máxima.

O dólar fechou a terça-feira (11) estável a R$5,35, com alta de 0,06% devido à valorização da moeda no exterior e preocupações fiscais no Brasil, além do IPCA de maio pior que o esperado. Na segunda-feira (10), o dólar subiu 0,60% a R$5,35 por ajustes técnicos após ruídos no mercado na sexta-feira (7).

Na sexta-feira (7), o dólar subiu 1,44% a R$ 5,32, impulsionado pelo fortalecimento internacional em resposta a dados do mercado de trabalho dos EUA que sugerem um corte de juros pelo Fed em 2024. Na quinta-feira (6), o dólar havia caído 0,90% a R$ 5,24, por causa da desvalorização no exterior e um ambiente favorável para ativos brasileiros.

O dólar encerrou na quarta-feira (5) em alta ante o real, cotado a R$ 5,29 em leve alta de 0,22%, maior valor de fechamento desde janeiro de 2023, após a divulgação de dados fortes do setor de serviços dos Estados Unidos.

O dólar fechou a terça-feira (4) cotado a R$5,28, em alta de 0,96%, maior valor desde março de 2023, influenciado pela queda de commodities brasileiras, fortalecimento do dólar ante moedas emergentes e preocupações fiscais no Brasil. Já na segunda-feira (3), o dólar fechou em baixa de 0,31% e cotado a R$5,23.

Confira os destaques de maio

No último dia de maio, na sexta-feira (31), o dólar fechou em alta de 0,78% e cotado a R$5,25 na venda. Foi o maior valor de fechamento desde 16 de abril, quando a moeda foi cotada a R$5,26. A disputa pela Ptax de fim de mês fortaleceu o dólar, com investidores comprados impulsionando as cotações, resultando em mais um dia de alta firme frente ao real, apesar da desvalorização no exterior devido aos dados de inflação dos EUA. Em maio, o dólar acumulou um avanço de 1,12%.

Após dias sem movimentações bruscas do dólar, a moeda americana encerrou o pregão da quarta-feira (29) em forte alta ante o real. A alta de 1,10% fez o dólar fechar o dia cotado a R$5,21, que sofreu o impacto do avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, os Treasuries.

Ainda na primeira quinzena de maio, na quinta-feira (9), o dólar subiu mais de 1%, fechando a R$5,14, em meio a preocupações com uma possível flexibilização da política monetária em 2025. Já na sexta (3) o dólar caiu ao menor valor em quase um mês e fechou o dia cotado a precisos R$5,0693 na venda. Na quinta (2), o dólar caiu 1,53% frente ao real, atingindo R$5,11.

Alguns Fatos Relevantes de Abril

Na sexta (26), o dólar encerrou em baixa de quase 1%  interrompendo quatro semanas seguidas de ganhos, cotado a R$5,11, devido à reação positiva dos investidores aos dados de inflação dos EUA. Na quinta-feira (25), o dólar fechou em alta a R$5,16, influenciado pelos dados desfavoráveis da inflação nos EUA, enquanto o iene japonês atingiu seu nível mais baixo em 34 anos frente ao dólar.

Na quarta-feira (24), após três dias de queda, o dólar subiu para R$5,14, impulsionado pelo aumento global do dólar e das taxas dos Treasuries nos EUA, além das declarações do diretor do Banco Central. Na terça-feira (23), o dólar emplacou a terceira sessão consecutiva em queda ante o real, cotado a R$5,12, com o real favorecido pela baixa da moeda norte-americana ao redor do mundo. Sobre a temática das constantes altas de juros nos EUA, publicamos um artigo onde descrevemos que, apesar dos acréscimos, o mercado financeiro e a economia parecem resilientes, mas há incertezas sobre os impactos futuros, especialmente com a inflação persistente e a postura do Fed.

Na terceira semana de abril, após vários dias de sessão em alta, o dólar apresentou firme queda também na sexta (19) cotado a R$5,19 e queda de 0,99%. Na terça (16), o dólar havia encerrado sua quinta sessão consecutiva em alta, atingindo R$ 5,26 na venda, representando um aumento de 1,64%, o maior em mais de um ano neste respectivo dia.

Alguns Destaques de MarçoImage De Olho Na Recessao e1712269352200

Na quinta-feira (28), o dólar encerrou em alta ante a moeda brasileira e ultrapassando novamente a casa dos R$5 cotado a R$5,01 e alta de 0,70%. Na quarta-feira (20) o dólar teve em grande queda ante a moeda brasileira, cotado a R$4,97, mas experimentando uma significativa queda de 1,14% em relação à sessão anterior, retornando à marca dos R$4 após dois dias a R$5. Nesta “Superquarta”, o Federal Reserve havia anunciado a manutenção de sua taxa básica e reiterou a projeção de cortar os juros em um total de 0,75 ponto porcentual ao longo deste ano. Esta queda foi a mais pronunciada desde 3 de novembro do ano passado, quando registrou -1,53%.

Na terça-feira (19), o dólar atingiu a marca de três dias seguidos em alta. Neste respectivo dia foi cotado a R$5,03 na venda e em alta de 0,12%. Na segunda (18), o dólar fechou em alta de 0,54% cotado a R$ 5,02 na venda. Esta segunda do dia 18 foi marcada porque foi a primeira vez desde 31 de outubro de 2023 que o dólar encerrou o pregão acima da marca psicológica de 5 reais.

Na semana anterior, os adeptos da redução das taxas de juros nos Estados Unidos foram confrontados com más notícias. Os dados tanto do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) quanto do Índice de Preços ao Produtor (IPP) de fevereiro foram menos otimistas do que o esperado. Isso diminui a probabilidade de a Reserva Federal iniciar em breve cortes nas taxas de juros, e houve especulações de que esses cortes passariam a ocorrer apenas no segundo semestre.Sobre o assunto, inclusive, produzimos um artigo intitulado A alta inflação do IPC nos EUA não prejudicará as esperanças de corte dos juros do Federal Reserve”, onde levantamos questões sobre as futuras decisões de política monetária do Fed, enquanto os dados mistos indicam uma economia em evolução.

Na sexta-feira, dia 8, a divisa americana teve forte alta ante o real cotado em R$4,98 e alta de 0,95% quando ocorreu a divulgação do relatório de empregos dos EUA de fevereiro. Embora a criação de empregos nos Estados Unidos tenha superado as expectativas, houve revisões para baixo nos dados de meses anteriores e aumento na taxa de desemprego. A economia dos EUA adicionou 275 mil empregos fora do setor agrícola no mês passado, conforme os dados do Departamento do Trabalho dos EUA. Ao longo da semana, o dólar acumulou um ganho de 0,55% em relação ao real.

Alguns Destaques no Mês de Fevereiro

Na quinta (29) e último dia de fevereiro o dólar fechou o dia praticamente estável cotado a R$4,97 e ligeira alta de 0,01%. Na quarta (28), fechou também em R$4,97 na venda. Na terça ((27) o dólar ficou cotado a R$4,93 e teve baixa relevante de 0,98% em relação à sessão anterior já que na segunda (26) a divisa americana havia fechado em R$4,98 e baixa de 0,23%.

Na sexta (23) o dólar havia beirado os $5 cotado a R$4,99 na venda, em alta de 0,83%. Na quinta (22), o dólar à vista fechou o dia cotado a precisos R$4,95, em alta de 0,28%. Na quarta (21) o dólar ficou praticamente estável em R$4,93 e na terça (20) houve uma baixa considerável de 0,61%, cotado em R$4,93. Na segunda (19), foi feriado de Dia do Presidente nos EUA, e a cotação da divisa americana no Brasil ficou em R$4,96 e leve queda de 0,11%.

Como fato relevante, no dia 19 de fevereiro, lembramos que a China executou uma redução sem precedentes na taxa de juros de longo prazo e prevista para a terceira semana de fevereiro em uma medida direcionada a sustentar o abalado setor imobiliário do país. O Banco Central Chinês, o Banco Popular da China, ajustou para baixo sua taxa de referência para empréstimos de cinco anos por 25 pontos base, para 3,95%, uma ação mais agressiva do que o mercado antecipava, estabelecendo essa taxa em um novo patamar recorde de baixa.

Neste mesmo dia 19 de fevereiro, escrevemos um artigo titulado “Rachaduras Começam a Surgir na Sincronicidade Global dos Bancos Centrais onde mencionamos sobre a fratura de uma abordagem uniforme uma vez que os fatores internos superam as tendências globais na condução da inflação. Na segunda semana de fevereiro, entre os dias 9 e 16, o dólar encerrou as sessões em estabilidade entre os R$4,96 e R$4,97, mas na quinta, dia 8, o dólar chegou a beirar os R$5,00 após uma expressiva alta e cotado a precisos R$4,9956 na venda e aumento de 0,55%. Já na quinta (1), primeiro dia do mês de fevereiro, o dólar terminou a sessão tendo a segunda queda seguida, em baixa de 0,45% e cotado em R$ 4,91.

Alguns Destaques de Janeiro

Image Doing Business Brazilian Real e1699655579471 560x354 2 1 1Na quarta (31), o dólar havia encerrado a sessão em leve baixa e cotado em R$4,93. Na “Super Quarta” o Fed manteve sua taxa de juros entre 5,25% e 5,5% em sua primeira reunião do ano, enquanto no Brasil, o Copom reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto porcentual para 11,25%. Na sexta (26), pelo quarto dia consecutivo, o dólar encerrou a sessão em queda cotado a R$4,91 na venda.

Na terça (16), o dólar teve alta significativa diante do real, subindo mais de 1% e seis centavos respectivamente, e fechando em 4,9268 reais na venda exatamente, em alta de 1,23%, cravando o maior avanço percentual desde 2 de janeiro de 2023, quando a divisa subiu 1,33%. Na terça (2), o dólar registrou um avanço de mais de 1% frente ao real, cotado a R$4,91 na venda e alta de 1,21%.

O Que Aconteceu na Reta Final de 2024   

O dólar encerrou a última sessão de 2023, na quinta (28), em alta frente ao real, cotado a R$4,85. Contudo, a alta de 0,39% do dia não acompanhou o movimento da moeda americana ao longo do ano, que registrou uma queda de 8,08% frente ao real, a mais intensa baixa anual desde o tombo de 17,5% visto em 2016.

Algo Mais de do que Aconteceu de Relevante 

Na sexta, 15 de dezembro escrevemos uma análise e “retrospectiva sobre o dólar em 2023” sobre o que se poderia esperar para 2024. E no domingo, 16 de julho de 2023, produzimos um artigo interessante que teve como título “O enfraquecimento do dólar e seus efeitos ao redor do mundo” e que recomendamos a leitura.

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