Em 2011, o surf brasileiro ganhou grande destaque na “World Surf League” (WSL) com Adriano Souza, Miguel Pupo e Gabriel Medina mostrando que a nova geração do surf não está para brincadeira. Neste mesmo ano a mídia passou a chamar estes garotos de “Brazilian storm” uma referência à “tempestade” de talentos que surgiram naquele ano.

Os atletas se mantiveram na liga durante os anos dando trabalho para os surfistas australianos e americanos sempre aparecendo no top 10 do ranking e na conquista de pequenas vitórias nos circuitos. Mas foi só em 2014 que Medina conquistou o primeiro título mundial de surf para o Brasil após o Argentino, naturalizado no Brasil, Alejo Muniz vencer o americano Mick Fanning.

No ano seguinte foi a vez de Adriano Sousa (Mineirinho) levantar a taça. Dessa vez foi Medina quem derrubou Mick Fanning nas semifinais, Mineirinho foi carregado da água até a areia e dedicou seu prêmio ao irmão – que comprou sua primeira prancha.

Em 2016 tentamos, mas não foi dessa vez, o título foi conquistado precocemente pelo havaiano John John Florence após vencer em Portugal, o único que poderia competir com ele era Medina que não teve chances, após a vitória de John John em cima do americano Andino.

Mas os títulos brasileiros não pararam só nos mundiais não, Medina venceu o prêmio de “manobra do ano” com um aéreo nota 10 e também conquistou, em 2014, a cobiçada triple crown no Havaí. Neste mesmo ano, Miguel Pupo chegou a ser o melhor colocado no seu ano de estreia. Mineirinho, ainda em 2014, trouxe a vitória inédita para o brasil no circuito Billabong Pipe Masters, em Pipeline.

Em 2017, Filipe Toledo foi campeão em Jeffreys Bay, África do Sul. Medina, que foi eliminado na semifinal por Frederico Morais numa acirrada bateria, (13,94 a 13,57) subiu para a nona colocação no Mundial ainda em 2017, com 21.000 pontos. Já em 2018, a geração de ouro do surf dominou o mundial. Confira como foi o circuito clicando aqui.

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