Advogado em Los Angeles, Michael Stone-Molloy construiu uma carreira de destaque em casos de acidentes nos EUA, impulsionado por suas raízes brasileiras. Sua trajetória une competência jurídica e forte conexão cultural com o Brasil, ajudando imigrantes a entender e garantir seus direitos.
O advogado Michael Stone-Molloy, residente em Los Angeles, construiu uma carreira sólida em casos de acidentes, com uma história profundamente marcada por sua ligação com o Brasil.
Essa conexão começa com seu avô, Márcio Honorato Moreira Alves, engenheiro formado pelo Massachusetts Institute of Technology e ex-prefeito de Petrópolis.
“Meu avô foi para Boston estudar engenharia no MIT e se apaixonou pela cidade. Depois, incentivou outros membros da família a seguirem o mesmo caminho acadêmico”, conta Michael.
Sua mãe, Maria Helena, também se formou no MIT, em ciência política, e posteriormente retornou ao Brasil, onde atuou como professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de ser ativista e sindicalista.
Michael viveu parte da infância entre Rio de Janeiro e Boston, experiência que reforçou sua identidade multicultural.
Formação e início na advocacia nos EUA
De volta aos Estados Unidos, Michael cursou Direito na Flórida, formando-se em 2001. Iniciou a carreira como defensor público em Tampa.
Após seu casamento, foi admitido como advogado na Califórnia em 2003, mudando-se para Los Angeles, onde se especializou rapidamente em danos pessoais (personal injury).
Atuação em casos de acidentes e negligência
Michael explica que sua especialidade envolve situações em que uma pessoa sofre danos por negligência de terceiros:
- Acidentes de carro
- Quedas em estabelecimentos comerciais
- Uso de produtos defeituosos
“O papel do advogado é garantir que a vítima receba uma compensação justa pelos danos sofridos”, destaca.
Conexão com a comunidade brasileira
Mesmo estabelecido nos EUA, Michael mantém forte ligação com a cultura brasileira. Ele frequenta restaurantes, eventos e acompanha jogos da seleção brasileira.
“Adoro nossa cultura, a comida e essa energia do povo brasileiro. Sempre que posso, assisto aos jogos com minha camisa da seleção”, relata.
Além disso, suas viagens ao Brasil também têm caráter profissional: ele frequentemente coleta evidências em casos de clientes brasileiros que retornaram ao país após acidentes nos EUA.
Um dos papeis do advogado de acidentes é garantir que as vítimas recebam a compensação justa por danos causados pela negligência de outros
Orientação prática: a importância do seguro
Com base em sua experiência, Michael enfatiza um ponto essencial para quem vive nos EUA:
Ter um seguro adequado pode evitar grandes prejuízos financeiros.
Ele recomenda:
- Não contratar apenas o seguro mínimo
- Incluir cobertura contra motorista não segurado (UM)
- Optar por cobertura compreensiva/colisão
“O seguro completo é sempre a melhor escolha”, afirma.
Visão sobre brasileiros nos EUA
Na avaliação de Michael, brasileiros costumam chegar bem preparados para a vida nos Estados Unidos:
- Respeitam leis e normas
- São trabalhadores
- Possuem forte espírito empreendedor
“O brasileiro geralmente já chega com uma postura favorável ao sucesso”, observa.
Uma ponte entre duas culturas
A trajetória de Michael Stone-Molloy demonstra como raízes culturais podem fortalecer uma carreira internacional, criando uma ponte entre Brasil e Estados Unidos — especialmente no apoio à comunidade brasileira em momentos críticos.
FAQ – Perguntas Frequentes
1. O que faz um advogado de acidentes nos EUA?
Ele representa vítimas de negligência, garantindo compensação por danos físicos, emocionais e financeiros.
2. Brasileiros podem processar nos EUA?
Sim. Mesmo imigrantes podem entrar com ações judiciais se sofrerem danos no país.
3. Qual a importância do seguro de carro nos EUA?
É essencial para cobrir prejuízos em acidentes, especialmente quando o outro motorista não tem seguro.
4. O que é cobertura de motorista não segurado (UM)?
É uma proteção que cobre danos quando o responsável pelo acidente não possui seguro.
5. Um advogado pode atuar em casos com vítimas que voltaram ao Brasil?
Sim. Muitos advogados, como Michael, coletam provas no Brasil para dar continuidade aos processos nos EUA.
